*Todos os Direitos Reservados*

O mundo é ignorante

Não se sinta melindrado, ofendido, ou algo do gênero, estou fazendo uma generalização não generalizada.

O mundo é sim ignorante, mesmo que você especificamente não o seja, o que me leva a dizer: “Parabéns!”, você é uma das únicas pessoas neste planeta.

Ignoramos a fome, a discriminação, a natureza, as pessoas, os animais, os lugares, enfim, ignoramos o respeito ao próximo e a nós mesmos.

Quando digo ao próximo estou falando em nome de tudo o que existe, as plantas, os animais, as pessoas, as florestas, os lugares, tudo.

Fechamos os olhos para o que está a nossa frente, ao lado, e até atrás.

Esta tudo muito errado.

Devíamos amar mais, respeitar mais, cuidar mais.

Parar de ignorar o que nos cerca, pois por mais egoístas que somos, precisamos de tudo o que o Universo nos oferece, se não, tudo isso não existiria, né?

Morreríamos de sede, fome, sem respirar, sozinhos, infelizes, em lugares horrendos, sem cuidados, fedorentos.

É muito bom ver a alegria dos olhos de uma criança, ver seu sorriso inocente, a gratidão de um velhinho ao ser ajudado, a saúde e esperança que as árvores, quando respeitadas, nos passam, a beleza dos lugares quando cuidados e limpos, o ar puro e gostoso de ser respirado, enfim as alegrias de viver.

Experimente ser uma pessoa melhor, sem ignorância, abra os olhos e se mobilize, não continue a ignorar o mundo que te trouxe a vida.

Não xingue, não recrimine, não agrida, não ignore, ame, respeite, brinque, ensine, ajude!

Eu preciso de você e você de mim!

Vamos tornar o nosso lar o melhor, o mais aconchegante.

É tudo tão fácil de ser feito, é só querermos, lutarmos pela boa causa e não desistir dela!

Uma coisa eu posso te garantir, não existe sentimento melhor, mais puro, tranqüilo, e enriquecedor, que o de paz com nossas atitudes.

É muito bom ver o bem que fazemos ao nosso redor, e isso, para sempre, refletirá no que somos.

 

Andréia Homem

13:06 30/06/2008

Imaginar

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É gostosa a sensação de imaginar.

Imaginamos qualquer coisa, qualquer momento, pessoa, e lugar.

Vamos ali, voltamos aqui.

As vezes de olhos abertos, muitas de olhos fechados.

Antes de dormir é certo.

Imaginar é se transportar para outra dimensão, em horas, minutos ou apenas segundos.

É você realizar todos os seus desejos. Fazer tantos outros surgirem.

É brincar de inventar uma nova realidade, aquela que você sempre quis, mas nunca conseguiu, ou não pode colocar em prática.

Imaginar é sonhar acordado!

È viver e não desistir!

É persistir na idéia.

É prever situações.

Reconsiderar atitudes.

É manipular e controlar o seu mundo.

É viver em um mundo cheio de pessoas, vidas, e estar somente em sua mente.

É exercitar o cérebro.

É ter milhões de pequenos e grandes momentos de prazer.

É rir sozinho.

E talvez chorar.

Imaginar nos faz acreditar na imaginação.

A sensação de vivê-la é a mesma de viver a realidade.

Muitas vezes sentimos o frio na barriga.

O sorriso nervoso.

O sangue quente, pronto para explodir.

O desabafo de palavras guardadas há tanto tempo.

Imaginar nos permite viver aquilo que merecemos viver, ser aquilo que queremos ser, estar com a pessoa que gostaríamos de estar. Nos faz crescer, amadurecer. Mas guarda a nossa infância no peito, a molecagem também.

Só há uma restrição quanto ao imaginar, que é quando deixamos de participar do mundo real e vivemos somente em uma fantasia.

A imaginação existe para nos dar alternativa, ajudar a esclarecer as dúvidas, a saber tomar decisões e a querer mais e mais por em prática o desejado.

Utilize a imaginação como ferramenta, mas nunca como a sua vida.

E não se esqueça de imaginar, imagine muito, porque neste mundo vivenciado por ti quem é o rei, presidente, Deus, é você, logo, você dita as regras a serem seguidas.

 

Andréia Homem

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Rio de Janeiro, 03/01/08 00:06 

Hoje estava no carro pensando sobre o que é certo ou errado?

Como podemos afirmar que tal atitude, fala, expressao, opinião, conselho é certo ou errado, quem pontuou essas regras e porquê, baseado em que.

Enquanto via as ruas curitibanas passarem formulei minhas próprias teorias, cheguei a conclusão que não podemos saber o que é certo se não errarmos, ou melhor, nunca sabemos o que é certo, só o que não pode ser feito, dito, sentido, só os erros que nós conhecemos e dominamos, a ponto de não querermos realizá-los novamente.

As pessoas julgam saber o que as outras devem fazer, pensam que conhecem o melhor para cada um, acho que também sou assim, mas cada qual detém o poder de dominar suas vidas, decidir o que é melhor, baseado em sua experiência, nos seus erros e desejos.

As vezes o que é melhor para mim, correto, não é para você, simplesmente porque as pessoas não são iguais. Não há como determinarmos o certo e o errado, tudo depende de tudo.

A vida não tem regras, não é um manual a ser seguido, linha por linha, ponto por ponto. Nós escrevemos nossa própria bíblia a ser respeitada, de acordo com nossos interesses, objetivos e possíveis realizações.

O certo e o errado não existem, são variáveis, dependem um do outro e não são impostas pelo meio externo, pelo menos se não permitirmos. Cada pessoa sabe a hora de errar e de acertar, sabe como fazer e precisa por em prática. Faz parte de um longo aprendizado que nunca terá fim.

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Em busca …

De algo que me faça feliz;

De uma realização própria;

De um momento sozinha;

De um conselho do meu subconsciente;

De mil momentos acompanhada;

De beijos e carícias;

De brigas positivas;

De sorrisos e olhares;

De palavras acolhedoras;

Da vida que eu sempre quis e quero;

Da profissão que vou exercer;

De sonhos a realizar;

Dos filhos que um dia terei;

Do amor que eu sempre sonhei;

Da minha liberdade;

Das atitudes mais loucas;

Da dança mais emocionante;

Das viagens mais doidas;

Dos aprendizados necessários;

Da sensação de dever cumprido;

Da música que irei compôr;

Do livro que escreverei;

Em busca do próximo passo, o próximo objetivo a concretizar;

Da sabedoria e ignorância;

Da maneira certa de me amar;

Em busca de tudo que irei conseguir e da minha vontade de querer mais que nunca saciará;

Em busca de tudo que eu possa me proporcionar.

Andréia Homem  

É engraçado como na vida tem coisas que aprendemos, mas ignoramo-las.
Você sabe que certo sentimento, ou certas atitudes, certas situações, nunca vão dar certo, mas mesmo assim cisma em entrar com tudo e se machucar novamente.
Às vezes fazemos isso por ego, para provar a nós mesmos que conseguimos tudo o que queremos, ou até mesmo por não aprender de fato que aquilo não te faz bem e nunca fará.
Persistir em um erro é considerado ignorância após a primeira queda, e após a terceira? Quarta? Existe qualificação para tamanha mancada?!
Sou daquelas que não desistem fácil, luto até o final, até conquistar ou simplesmente enjoar, mas tem uma lição que eu já deveria ter aprendido na vida e necessito como se fosse o ar que respiro, saber a hora de parar, deixar para o lado a devoção, esquecer aquela meta, saber a hora de desistir, mas não como um fracasso, e sim como uma sabedoria.
Não sou fã dessa palavrinha (“desistir”), mas preciso manter uma relação com ela, mesmo que seja superficial sem muitos apegos.
Parto do princípio que nada é fácil e quanto mais difícil mais prazerosa é a vitória. Luto pelas causas nobres, pelas injustiças, pelos casos de amor, por uma vida simples e mais bonita, por tudo que julgo importante a todos e a mim.
Mas quando estou nessa guerra travo uma batalha contra a própria guerreira, acabo esquecendo onde começa o motivo e se ele permanece o mesmo.
Faço de tudo pelo emprego ideal (ou que julgo ideal), e no meio do processo aquele idealismo todo passa a não ser mais tão legal assim, descubro coisas ruins, passo por coisas ruins, e quando me dou conta ele não era tão importante quanto deveria ser.
Assim ocorre com o amor. Quando entro no “jogo” da conquista, na luta pela reciprocidade dos sentimentos, nos desafios de fazer alguém te amar, ou simplesmente gostar de você, persisto até o final. Porém no meio da caminhada me machuco tanto, descubro atitudes que não me agradam, perco o brilho do “encanto” nos olhos, e acabo infeliz.
Pronto cheguei ao ponto crucial da dissertação. Entramos em uma guerra para ganhar, para sermos vitoriosos, mas nem sempre essa conquista é para nós o melhor. Às vezes as lições que aprendemos durante uma batalha são muito mais bem aproveitadas do que ganha-las e nos faz muito melhor como pessoa. Por isso é tão importante sabermos a hora de desistir, seguir uma nova estrada, mudar o rumo, o foco, porque estamos aqui para aprender e buscar a eterna felicidade, mesmo que seja para chegar próxima a ela, e não para sermos bobos e nos martirizar com propósitos equivocados, nos tornando cada vez mais infelizes.

Andréia Cristina Homem
09/04/2008 17:17

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Que a pessoa mais importante da sua vida, não significava tanto;

Que sonhos de criança podem se tornar realidade, desde que sejamos conscientes e perseverantes;

Que as palavras mais doces se voltam contra a gente;

Que a pessoa mais confiável também erra;

Que o dia mais triste nos trouxe grandes conhecimentos;

Que o momento mais feliz ficará registrado por toda a vida, mas não será mais lembrado que os momentos de desespero;

Percebe que tudo na vida passa, o cachorrinho, alguns bons amigos, os desejos;

Que o tempo é sinônimo de sabedoria e aprendizado;

Que ficar mais velho representa o mesmo que um bom vinho, quando queremos e sabemos apreciar;

Percebe o quanto é difícil para um pai e uma mãe dizer não aos seus filhos, e assim educá-los;

Nota que seu pai e sua mãe são mais importantes do que qualquer pessoa;

Passa a ouvir as histórias de sua avó, antes meio chatas, hoje mais épicas, românticas, trágicas, enfim, interessantes;

Percebe que conversar é melhor do que brigar;

Que antes de julgar devemos analisar a pessoa e a situação;

Com o tempo nos colocamos no lugar do outro, e paramos para pensar;

O amor fica no lugar da paixão, mas não sem ela;

O dinheiro é muito importante, mas não o mais importante;

Que a responsabilidade bate na porta e as oportunidades também, e cabe a gente perceber que chegou a hora de abraçá-las;

Com o tempo tudo fica diferente, o ritmo diminui, as emoções não estão mais em pular de uma árvore, mas sim em ver seu filho nascendo;

É o tempo passa, o vento leva algumas coisas, o ar traz outras, crescemos, amadurecemos e continuamos a viver.

E eu? Ah eu só tenho 20 anos!

 

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