Um pouco de cada

Fico cada vez mais intrigada com a presença do (s)? comentador (s)? anônimo (s)?. Definitivamente não tenho a mínima idéia de quem essa (s) pessoa (s) seja (m) o que acaba não importando, pois seus comentários estão me fazendo bem.

 

Anônimo (s) você (s) já faz (m) parte desse blog!

 

Primeiro vou comentar os comentários:

 

Concordo que nem sempre o novo é melhor, que um amor do passado, por exemplo, pode ressurgir melhor e mais intenso, mais maduro, e assim dar certo de verdade. Porém para isso acontecer o novo surgiu na vida das duas pessoas, elas estavam abertas a ir de encontro ao que desconheciam ao que não fazia parte do seu habitat natural, e assim aprenderam e evoluíram.

O que prezo é o NÃO ter medo de começar de novo, vivenciar o que foge da sua vida atual, conhecer o desconhecido, sem medo de deixar para trás o que passou. As experiências e as lições o acompanharão por toda a vida, não temos que esquecê-las, e sim se desprender do “material” que ficou para trás, incluindo as pessoas.

 

Agora a questão: Qual coração partido? De quem? Não foi mencionado no texto corações destroçado, sem amor, ou com amores não correspondidos.

 

  Aguardo uma resposta!

 

Júlia, muito bom saber que tem mais alguém do mundo que nem eu. É engraçado, pois o que não falta são pessoas que desabafam através das palavras. Nós só não percebemos, ou enxergamos.

Quando escrevo acabo com minhas próprias angústias, me explico, oriento-me, me auto-aconselho o melhor, ou que meu subconsciente, ou o meio externo, julga ser o melhor. E isso me faz muito bem!

 Hoje escolhi falar sobre o MEDO! Mal que me atinge e muito.

 Temos medo de ser feliz;

Ou de ser tristes;

Temos medo de arriscar;

Ou de passar a vida inteira sem tentar;

Temos medo de amar;

E também ser amado;

Temos medo do nosso amor não ser correspondido;

E até mesmo de não corresponder ao amor que nos foi dado;

Temos medo do escuro;

Temos medo do novo;

Temos medo do diferente;

De ser diferente;

Temos medo de sermos dominados;

E também de não conseguirmos dominar;

Temos medo de não concretizar nossos sonhos;

Mas também temos medo de correr atrás e torná-los realidade;

Temos medo de agir;

De estar fora da sociedade;

Temos medo de falar e não ser ouvido;

Mas temos medo de falar;

Temos medo de saber;

Mas também temos medo de ficar sem saber;

Temos medo de viver;

E também de morrer;

Temos medo de não estar seguros;

Mas deixamos a insegurança nos controlar.

 

Vivemos sob o medo, de não agradar, de errar, porém o correto não seria termos coragem e desenvolver nosso autoconhecimento, identificando nossos limites, em vez de viver em extremos, com muito medo ou sem ele?

 

É difícil alcançarmos o equilíbrio, mas este deveria ser nosso objetivo de vida!

 

 Busque o seu equilíbrio, mas SEM medo!

 

Andréia Homem

 Ps.: Sob influência da aula de Cultura das Mídias.

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