Muana, Cig, Dolly, Billy, Alemão e Eu!

Definitivamente não há nada mais especial do que um olhar sincero, um olhar que brilha e te surpreende com uma lambida na ponta do nariz.

É um amor tão puro, inocente, um amor sem limites, que vai da raiva a extrema felicidade em questão de segundos.

Um amor que te traz preocupações, traz emoções, traz vida, comprometimento.

Esse sentimento de proteção, de zelo, de muitas alegrias, de companheirismo, sentimento da mais completa cumplicidade e fidelidade.

Muitas vezes nos pegamos traindo esse sentimento, nos falando que esta na hora de se livrar dele, que não dá mais, mas esse sentimento é tão repleto de amor e carinho que não consegue dar adeus aquele olhar sincero.

Sim, o olhar mais sincero que já vi. São incapazes de traí-lo, de virar lhe as costas, experimenta adoecer, ou ficar triste, eles sentem, te apóiam, te animam, te fazem pensar em outra coisa, mesmo que essa coisa seja arrumar a bagunça que eles fizeram.

Todo dia eles acordam dispostos, cheios de amor e energia para gastar com você, e mesmo que esse não seja o melhor dia, e você ignore-o, no dia seguinte ele estará ali, olhando para você, falando com gestos e olhares o que as mais belas palavras jamais expressariam.

“Marley e Eu” mostra como um sentimento por um cachorro cresce e se desenvolve, como ele se torna parte da vida daquelas pessoas, e como ele as transforma e altera o que elas representam para si mesmo.

Quem tem ou teve algum animal de estimação certamente passará por maus momentos no filme, porque depois de tanta risada você já se envolveu o suficiente para sentir a perda de um “cão de liquidação”.

Chorei de soluçar, porque sei o que é amar um cachorro, o que é brigar e bater nele, e depois sentir o maior dos sentimentos de culpa. Sei o que é ensinar um cachorro a sentar e a um gato e dar beijinhos quando quer sair do colo.

Sei o que é amar um animal como se ele fosse mais “gente” do que eu mesmo penso que sou. E sinceramente a perda de três deles me fez triste e deixou um espaço no peito que jamais será preenchido novamente.

Dedico esse texto a todos os meus lindos cahorros Dolly, Muana e Cig que já partiram daqui para um mundo bem melhor, e ao Billy e o Alemão, que por motivos que me fugiram o controle, tiveram que ser levados para outros lares. AMO todos vocês!

As minhas primas eu dedico todo o meu amor e prometo cuidar e proteger até onde Deus me permitir!

 

Andréia Homem

22:23 23/05/2009

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