I Believe in Happy Endings

Pode ser gordo, ou magro, feio ou bonito, pode ser muito legal ou chato, pode ser o “miss simpatia” ou o mais tímido. Quando estamos apaixonados ficamos encantados pela pessoa, independente do que os outros enxergam nela.

Sou apaixonada pelo encanto. Ele nos envolve e nos faz fantasiar, nos permite sair da realidade e vislumbrar um possível futuro antes nunca imaginado.

 O encanto nos permite ir além e ser melhores do que realmente somos, afinal, quando encantados por algo ou alguém deixamos de lado preconceitos e julgamentos e nos abrimos para novas possibilidades.

Defendo os filmes de comédia romântica, drama e o próprio gênero romance. Também luto pelas histórias encantadas de fadas e princesas, de amores lindos, dos “Happy End’s” da vida. E nessas mesmas histórias em livros também não fico atrás, sou uma defensora agressiva.

Ninguém jamais conseguirá me tirar essa paixão por se apaixonar. Esse ideal de um dia amar de verdade, de não querer o outro para mim, mas querê-lo junto de mim, compartilhando não uma vida, mas as duas vidas tão diferentes que aprendem a ceder e a respeitar.

Acho graça quando as pessoas me “recriminam” por acreditar em finais felizes. Eu acredito sim! Durante uma vida na terra passamos por várias fases, encerramos e recomeçamos diversos ciclos. No amor não é diferente.

Podemos até não viver em uma época onde prevalece o sentir o amor com fervor, como na fase do Romantismo da literatura. Mas ninguém me convence que essa era de “expressar o amor” não esteja enraizada no efêmero e superficial. Lembrando que cada dia mais nos tornamos carentes e confusos quanto ao que realmente sentimos.

Quero deixar claro que não defendo aqueles casamentos que existem só para gerar uma segurança nos envolvidos, aliás, nem sei se acredito em casamento. Porém acredito em uma relação onde o momento dita a intensidade e a qualidade dos sentimentos.

Sim, nós podemos ter vários finais felizes! Terminar um ciclo e começar um novo cheio de expectativas, cheio de emoção e comprometimento, cheio de determinação e paixão. Só não podemos esquecer que somos um indivíduo, e por isso mesmo não NECESSITAMOS de alguém. Nossa felicidade não depende de uma segunda pessoa, só de nós mesmos.

Vá a luta! Se encante, se apaixone, se entregue e ame com fervor. Se acabar não fique triste, recomece de novo. Tenho certeza que o seu coração não vai acelerar os batimentos cardíacos só por uma pessoa. O que não falta ao nosso redor são estímulos para belos sorrisos e olhares apaixonados.