O tal do respeito…

Como que nós fazemos para se mostrar dignos de respeito? Tenho me perguntado muito isso ultimamente, pois percebi que as pessoas ao meu redor têm dificuldade em aprender a conviver com as decisões que eu tomo para a minha própria vida!

É engraçado pensar sobre isso, porque cada um pensa de uma forma, quer uma coisa, sente uma outra coisa e nós não temos o direito de nos igualar ou julgar essas escolhas e opiniões.

Não somos perfeitos, aliás, estamos longe da perfeição. Estamos constantemente sujeitos a desafios que são lançados de forma direta a nossa vida, nos fazendo tentar, lutar ou desistir.

Sim, isso é um fato, nós não somos perfeitos, se fôssemos estaríamos em outra esfera muito mais evoluída que esse mundo egoísta, perdido e sem amor que vivemos.

Seremos perfeitos quando incorporarmos as simples e essenciais lições: amar ao próximo como um irmão, respeitar o próximo, fazer o bem sem querer nadaem troca. Odia que limparmos do coração a raiva, o ódio, o desejo de vingança, o pensamento de injustiça, o pensamento de que sempre existe um culpado e uma vítima. Somos todos culpados e vítimas ao mesmo tempo, vítimas das nossas escolhas.

Você não tem como saber o que é melhor para mim, quando nem eu mesma sei. Viver é isso, é tentar encarar o que a vida põe diante dos nossos olhos e não sucumbir ao caminho mais fácil, mais rápido ou menos penoso. Quando deixarmos a preguiça de lado, quando acreditarmos de verdade no nosso potencial, quando enxergarmos além das miudezas de uma vida material e passageira, aí sim estaremos perto de uma melhora física e espiritual.

Eu escolho quem eu vou amar, eu escolho que caminho seguir, se é o certo ou não mais a frente veremos. O importante não é tentar transformar as situações mais fáceis para mim ou para você, o importante é prestarmos mais atenção à nossa vida, deixando para dedicar a vida alheia apenas o nosso amor, o nosso carinho, a nossa compreensão e o nosso respeito.

Anúncios

Em um ano… mudou? mudei? Humm

É incrível como em um ano muita coisa muda da água para o vinho e outras continuam na mesma. Lembro que eu tinha acabado de voltar para Curitiba com um coração partido, uma monografia atrasada precisando de muita dedicação para sair e um misto de desejos incontroláveis que conseguiram me enlouquecer.

Sério mesmo, surtei os neurônios, não consegui dar conta de nada, entrei em um processo de depressão devido as frustrações que eu mesma criei, cujas sem a menor necessidade.

Tive que parar e recomeçar. Voltei a morar no Rio, resolvi levar a monografia como ela deveria ser levada e claro fui arranjar o patrocínio para ela, um emprego. Bom, o plano inicial era bom e eu até fui procurar uma psicóloga, porém não passei da primeira consulta. O tempo, a vida e as obrigações mais uma vez me fizeram estafar.

Fiquei infeliz no trabalho, na monografia, com a família e nem preciso mencionar a parte amorosa que estava em profunda solidão. Cheguei a pensar que jamais conseguiria ser feliz novamente. Aliás isso é bem normal, toda vez que estamos no fundo do poço sempre procuramos cavar para ir mais fundo.

Sim, fui traída, sim, fui humilhada, sim, não consegui dar conta das coisas que sabia que dava, sim, desacreditei em mim e no meu potencial como pessoa e mulher. Definitivamente eu fui bem fundo!

Então resolvi entrar em uma academia, trocar o emprego e mais tarde trancar a monografia. Nem preciso dizer que foi revolucionário para ampliar a minha mente em busca de novos caminhos.

Passei a acreditar um pouco mais em mim. Ainda estou tentando. Me esforço todo dia, mas é bem difícil. Estou a 8 meses trabalhando, a 7 namorando e a 6 sem tocar na minha monografia.

Posso arriscar dizer que estou feliz e buscando alcançar os meus objetivos. Muitas vezes tenho sérias recaídas, mas isso fica por conta da falta de dedicação as terapias mentais e espirituais. Ainda sonho em voltar a morar no local que mais sinto saudade no mundo, porém vou me estruturar para isso primeiro.

Enfim, em um ano minha monografia está no mesmo estágio, avançou duas páginas no máximo, mas em compensação ganhei um amor e um trabalho que tenho curtido. Em ambos quero evoluir BASTANTE, e no projeto experimental III (vulgo maldita monografia) eu ainda tenho esperança de lograr êxito. Sabe como é, to tentando parar de ser ansiosa comigo mesmo.