And time goes by so slowly, And time can do so much…

Não lembro muito bem se foi em uma prova do vestibular, em uma prova da escola ou só em um trabalho, mas lembro bem de ter que fazer uma redação sobre o TEMPO. Claro que achei dificílimo, o texto não podia ficar repetitivo e não há tanta coisa assim para se falar sobre ele.

Hoje eu tenho refletido bastante sobre como o tempo pode curar ou pode adoecer um sentimento. Ele me faz ter tanta angústia no peito que é praticamente impossível eu ficar bem enquanto ele corre pelos segundos, minutos e horas.

Sou muito ansiosa, gosto de tudo para ontem e ficar esperando uma resposta, uma atitude, uma decisão acaba com a minha sanidade. Chego a sentir dor no peito com os apertos que a espera me dá.

O tempo pode amenizar um coração aflito ou torná-lo agonizante. Fico admirada com as pessoas que conseguem lidar com ele como se ele simplesmente não estivesse ali passando de forma lenta para uns e rápida demais para os outros.

Ele nos conforma com os rumos que a vida vai tomando, ele nos frustra quando percebemos que é tarde demais para fazer ou falar algo, ele nos magoa quando impõe que não volta mais, e quando demonstra que o passado permanece no passado.

Mas o que mais me irrita no tempo é ter que saber esperar. É ter que esperar a outra pessoa estar pronta, com coragem, para tomar a atitude decidida. É ter que conviver com o que pode ou não ser, e que eu não posso fazer nada para mudar a situação.

“And time goes by so slowly, And time can do so much”