Eu te amo calada.

10cf16e1f98797482aeb9a581810f89aE quantas vezes eu vou sentir essa necessidade de expressar o meu amor?
Um amor que se expõe através de pseudônimos.
Um amor que pega a via oposta do amor moderno e explícito das redes sociais.
Todos os dias eu penso e sinto.
Sinto esse sentimento tão grande, tão forte, tão pleno.
Sentimento que me cala para a audiência das pessoas.
Que me cega diante de outros possíveis amores.
É difícil te amar quieta.
E só tê-lo por uns momentos.
Mais difícil ainda é ter seu cheiro impregnando o meu corpo depois de tanto êxtase compartilhado.
Que difícil querer gritar a todo instante o Amor que me inunda.
Querer ouvir a sua voz que me acalma.
Querer sentir a segurança que só o entrelaçar das nossas mãos me proporciona.
Uma segurança que só em ti encontro, mais conhecida como confiança.
Por que falar se ninguém pode saber? Contar o que pertence a nós dois? Declarar as dores e alegrias que você provoca no meu corpo?
Que amor é esse que não aguenta viver na sombra? Que busca a luz do seu olhar para brilhar?
Amor tão puro. Tão livre. Tão sincero.
Um amor ingênuo, intenso, forte.
Esse amor que é só meu, só seu.
Tão nosso.
Amor proibido de existir, mas que é tão vivo em nosso peito, em nossa memória, que sobrevive na esperança de correr o mundo nessa vida, ou, quem sabe, na próxima.

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