Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos, sem O SEU amor, eu nada seria…

MVC-023SEu poderia escrever tanta coisa homenageando essa moça. Mas eu sempre declaro meu amor por ela, então hoje farei diferente.

Hoje vou pedir desculpas por TODAS as malcriações, todas as vezes que não compreendi o seu amor ou as suas lições.

Quero me desculpar por todas as vezes que te zoei (e ainda vou zoar) ou te ignorei. Desculpa mãe por cada grosseria ou patada, por ter feito as coisas do meu jeito e no meu tempo sem respeitar o que você queria para mim (até que não foi tão ruim, né?!).

Desculpa se não acreditei que você sabia o melhor caminho e se fui teimosa e comecei a ser independente, mesmo morando na sua casa.

Não sou mãe, porém hoje já entendo muito das suas preocupações e zelo. E entendo o quanto é insuportável uma pessoa sair batendo os pés e a porta (juro que não faço mais isso)!

Desculpa se eventualmente eu e a minha irmã competimos pelo seu amor, sei que você se zanga por causa disso. Desculpa por ter (as vezes, só as vezes) ciúmes de você.

Desculpa por cada vez que perdi a paciência com você e reclamei por você dar mais atenção às novelas do que a mim.

Se até hoje eu enfrentei todos os meus medos e me arrisquei na vida, agradeço a você. Herdei uma genética porreta e sua determinação. Me espelho em você para ser um Ser Humano melhor.

E, desde que você chamou minha atenção por eu xingar o Eduardo Paes no Facebook, eu nunca mais fiz isso, mesmo você não estando lá, porque, graças a você, sei que posso me expressar sem ser mal educada.

As vezes eu demoro, mas sempre sigo os seus conselhos. E as vezes eu me atropelo na ansiedade e dá tudo errado. Então obrigada por me dar colo e secar minhas lágrimas.

Obrigada pelas vezes que me deixou arcar com as consequências, e por cada um dos momentos que considerei falha da sua parte. Todos foram aprendizagens essenciais para o meu amadurecimento. Seus Não’s me fizeram melhor e me afastaram do pior.

Desculpa mamãezinha mais linda do meu mundão por mais um monte de coisas erradas que devo fazer e por estar longe de você hoje. Você foi a que pior reagiu quando contei sobre me mudar para Curitiba, mas foi uma das únicas pessoas que desde o início me apoiou e ajudou.

Só não vou pedir desculpas por grudar no seu pescoço e ser seu “musguinho”. É que seu abraço é tão bom, cheio de energia e paz, que não consigo te largar. Suas mãos me curam mãe!

Feliz Dia das Mães. Você não é uma mãe de Facebook, você é uma MÃE de verdade e eu não poderia ter escolhido ventre melhor para encarar a missão de encarnar.

Se eu estivesse na sua casa hoje, desceria com você para preparar o café da manhã e assistir Globo Rural (um dos nossos momentos preferidos). Então vou fechar os olhos e fingir que hoje é mais um Domingo com o prazer da sua companhia, sinta-se beijada e abraçada. De preferência comigo pulando na sua cama e me enfiando debaixo das cobertas entre você e o Tonis.

TE AMO!

A cor da paixão.

euDizem que o vermelho é a cor da paixão.

Sou alucinada por vermelho.

Talvez seja também por me apaixonar.

Me apaixono todos os dias.

Por tudo o que me cativa.

Tudo o que me faz sonhar.

É tanta paixão nesse peito.

Cor intensa. Mulher intensa.

Sou apaixonada pelas paisagens, pelas oportunidades, pelos desafios e possibilidades.

Tenho o vermelho na alma.

No sangue.

Na força.

Tenho paixão em cada olhar, em casa sorriso, em todos os momentos de gratidão.

Sou assim.

Fácil em me apaixonar.

Não porque me apaixono por tudo ou por todos.

Mas porque me apaixono por idéias, atitudes, coragens, iniciativas, vontades.

Me apaixono principalmente pela simplicidade.

Pela naturalidade.

Sejam elas fantasias ou então realidades.

Me apaixono por bichos, por pessoas, por músicas, por livros e banalidades.

Tenho tantas paixões. Tantas formas de expressá-las.

Mas hoje me expresso no vermelho.

Na cor da paixão, na cor da minha intensidade.