Quando as almas se amam…

ALMASNão adianta procurar o amor em outra pessoa.
O outro é só um alguém inocente na história.
Alguém que tenta.
Mas que não te enxerga.
Te toca, mas não te sente.
Que besteira esse ditado que só se esquece um amor, encontrando um novo.
Amor que é amor permanece vivo.
As vezes se ausenta.
Se esconde na memória, na mágoa ou quem sabe na raiva.
Mas ele sobrevive à distância.
Ao silêncio.
As escolhas erradas.
Amor pulsa, mesmo quando achamos que ele está morto.
Grita em cada reflexão.
Em cada atitude de desespero.
Te chama para encarar o arrependimento.
Te faz conviver com a culpa.
Amor não se esquece.
Se deixa de lado até a hora certa dele acontecer.
Amor é assim.
Grande e complexo.
Simples e genuíno.
O Amor respira mesmo quando você tenta sufocá-lo.
E te acusa quando é ignorado.
Ele se manifesta na pele repelindo qualquer nova tentativa de ser feliz.
Mas o que é a felicidade plena?
Amar o outro como a ti mesmo.
E se doar sem esperar nada em troca.
Que sorte seria colher o amor germinado há tanto tempo na gente.
Que sorte seria pular as etapas truncadas e os desafios esmagadores.
Mesmo assim desisto de calar o que a minha alma transparece.
Te amo na lágrima de saudade que escorre em meu rosto.
Te amo na ilusão de um dia andarmos juntos, na mesma direção.
Te amo te entregando para a vida e abrindo mão.
Te amo de longe, te admirando no meio da multidão.
Simplesmente, te amo.
Ontem, hoje, para sempre.

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